João Fonseca, tenista brasileiro de 19 anos, enfrenta uma preparação insatisfatória para o Roland Garros, que começa no próximo domingo, dia 24. Após cinco semanas de treinamento, ele participou de apenas dois jogos, ambos resultando em derrotas. O atleta anunciou que não jogará o ATP 500 de Hamburgo devido a um incômodo no punho direito, decisão tomada em conjunto com sua equipe para evitar riscos antes do importante torneio de saibro.
A sequência de competições em que João esteve envolvido incluiu os Masters 1000 de Madri e Roma. Em Madri, o carioca teve um início atípico, avançando na competição após seu primeiro adversário, Marin Cilic, desistir devido a uma intoxicação alimentar. Contudo, na terceira rodada, João foi derrotado pelo talentoso Rafael Jódar, resultando em uma eliminação precoce.
Após a participação em Madri, o tenista se dirigiu a Roma, onde novamente não conseguiu avançar. Ele foi eliminado na segunda rodada pelo sérvio Hamad Medjedovic. A situação complicou ainda mais sua preparação, pois as opções de competições eram limitadas. Com o calendário atual, que possui dois Masters 1000 ocupando duas semanas cada, não havia tempo hábil para se inscrever em outros torneios. Havia a possibilidade de participar de dois Challengers 175, que são competições menores, mas João e sua equipe decidiram que era melhor evitar riscos e não competir.
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Com isso, A ideia inicial de disputar o ATP 500 de Hamburgo, onde já estava inscrito, era aumentar seu ritmo e confiança antes de Roland Garros. No entanto, a decisão de se ausentar dessa competição foi tomada para preservar sua saúde e evitar agravar o problema no punho.. No entanto, a decisão de se ausentar dessa competição foi tomada para preservar sua saúde e evitar agravar o problema no punho. Assim, João terá passado cerca de 40 dias desde sua última vitória, que ocorreu no dia 15 de abril, contra Arthur Rinderknech, nas oitavas de final do ATP 500 de Munique.
A preparação insuficiente pode afetar o desempenho de João no Grand Slam, que exige dos atletas um nível elevado de competitividade e resistência. Ao estrear em Paris, o tenista terá a oportunidade de superar os desafios enfrentados nas últimas semanas e mostrar seu potencial no torneio, apesar de um período de treinos e competições aquém do ideal.
