Iniciativas para um Futuro Sustentável
O governo federal deu um passo significativo ao aprovar o Plano Clima, cujo objetivo central é orientar e monitorar ações voltadas para a redução das emissões de gases do efeito estufa. Uma das metas mais ambiciosas do plano é atingir a neutralidade em emissões de CO2 até 2050, além de implementar estratégias que garantam a adaptação às mudanças climáticas em diferentes horizontes temporais.
A elaboração deste importante documento contou com a participação ativa de diversos segmentos, incluindo o setor produtivo, representantes da sociedade civil, especialistas e parlamentares. Além disso, foram realizadas consultas públicas que resultaram em 443 contribuições, destacando a relevância da participação coletiva na construção das políticas climáticas. O ex-ministro Roberto Rodrigues foi designado como ponto focal para as negociações envolvendo o agronegócio, garantindo que as especificidades do setor fossem bem representadas.
O agronegócio brasileiro, reconhecido por sua capacidade de sequestrar carbono em larga escala, desempenha um papel fundamental nas iniciativas de sustentabilidade. O governo, comprometido com a transparência e a legitimidade, promoveu uma série de reuniões e implementou consultas públicas, reafirmando seu engajamento em práticas agrícolas sustentáveis, especialmente em eventos internacionais, como a COP30.
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Objetivos Estratégicos do Plano Clima
Com uma abordagem que visa não apenas a redução das emissões, mas também a adaptação às mudanças climáticas, o Plano Clima estabelece diretrizes que devem ser seguidas em curto, médio e longo prazo. O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, enfatizou que o plano foi elaborado com responsabilidade, incorporando a ampla participação dos setores do agronegócio brasileiro. Ele também destacou a importância do envolvimento técnico do setor produtivo e da sociedade civil, elementos cruciais para a legitimidade e eficácia do documento.
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A construção do Plano Clima teve início em 2023, dentro do contexto do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM) e do Subcomitê-Executivo (Subex). Desde então, o Governo Federal tem estruturado um diálogo técnico e político contínuo com diversas partes interessadas, incluindo entidades setoriais, especialistas e parlamentares. O Subex, coordenado pela Casa Civil, com a secretaria executiva a cargo do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), reúne secretários e dirigentes de ministérios essenciais para a execução das políticas climáticas.
Em agosto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) organizou uma reunião com a presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Tania Zanella, e representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Durante este encontro, foi acordado que o ex-ministro Roberto Rodrigues atuaria como o ponto focal do setor nas negociações do Plano Clima. Fávaro ressaltou a importância dessa escolha, afirmando que a liderança técnica era necessária para dar agilidade às discussões. “Quando cada entidade fala por si, ninguém chega a lugar nenhum. Era preciso ter liderança técnica, e o setor escolheu o Roberto Rodrigues para isso”, afirmou o ministro, sublinhando a necessidade de organização nas tratativas.
