Destaques do Met Gala 2026
O Met Gala 2026, realizado na última segunda-feira, 4, na icônica escadaria do Metropolitan Museum of Art, mais uma vez se transformou em um autêntico espetáculo de criatividade, luxo e estética. Considerado o evento mais relevante do calendário da moda, o baile beneficente abre as portas para a nova exposição do Costume Institute, reunindo grandes nomes da música, cinema e cultura pop.
Este ano, o tema “Costume Art” e o dress code “Fashion is Art” convidaram os convidados a refletirem sobre a moda como uma forma de expressão artística. O resultado? Um tapete vermelho repleto de looks conceituais que transformaram os corpos de seus portadores em verdadeiras telas e os figurinos em obras de arte. Entre interpretações ousadas e referências históricas, diversas produções se destacaram e levantaram a abordagem: quem realmente brilhou na elegância da noite? Não deixe de participar da nossa enquete no final do artigo.
Leia também: Os Estados que Mais Buscam por Lutas Femininas: Um Olhar Sobre o Crescimento das Modalidades de Combate
Leia também: Crescimento das Lutas Femininas no Brasil: Os Estados que Mais Pesquisam Modalidades de Combate
Famosos e Seus Looks Incríveis
Beyoncé, que fez um retorno memorável após um longo hiato do evento, apareceu deslumbrante em um vestido dramático que remetia a um esqueleto, todo brilhante e com uma cauda de plumas em degradê. Assinado por Olivier Rousteing, o look uniu teatralidade e sofisticação, conversando diretamente com o conceito de corpo como arte.
A sempre performática Madonna não ficou atrás. Com um look repleto de simbolismo, ela usou um conjunto preto, adornado com véus e um chapéu que suportava uma embarcação, criando uma imagem quase cenográfica. Essa produção, inspirada na famosa pintura “A Tentação de Santo Antônio”, foi criada por Anthony Vaccarello para Yves Saint Laurent.
Leia também: Celebridades Investem no Agronegócio: Diversificação Patrimonial em Alta
Leia também: Protestos Crescem Contra Vídeos de IA de Celebridades Falecidas
Com um olhar mais conceitual, a atriz Sabrina se destacou com uma peça única. Desenvolvido por Jonathan Anderson para a Dior, o vestido foi confeccionado a partir de tiras de filme do clássico “Sabrina” (1954), fazendo uma homenagem a Audrey Hepburn. A criação funcionou como uma escultura vestível, interligando cinema, memória e moda de maneira impressionante.
O cantor, por sua vez, surpreendeu ao adotar um visual envelhecido, utilizando próteses faciais e cabelos brancos. Com um look completamente preto, assinado pela Zara, e acompanhado de uma bengala, sua aparência trouxe à tona uma narrativa visual que explorou as temáticas do tempo e da identidade, refletindo seu próprio trabalho artístico.
Por fim, Anne Hathaway optou por um vestido preto e branco desenhado por Michael Kors, em colaboração com o artista Peter McGough. A peça apresentava uma pomba branca como elemento central, símbolo de paz, transformando seu visual em uma poderosa declaração diante do cenário global atual.
Blake Lively, um dos retornos mais aguardados da noite, encantou os presentes com um vestido de arquivo da Versace, reinventado. Em suaves tons pastel, com um efeito de aquarela, o look trouxe leveza e poesia ao evento. Para completar, uma clutch personalizada com desenhos feitos por seus filhos deu um toque emocional à produção, tornando-a ainda mais especial.
