Compromisso com o Desenvolvimento Energético
O Governo do Estado do Amapá marcou presença no II Congresso de Petróleo e Gás do Amapá (CPGAP), que ocorreu nos dias 9 e 10 de abril, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Amapá. O evento, promovido pela Comissão de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis da OAB, teve como tema principal “Margem Equatorial e o Novo Ciclo de Desenvolvimento do Amapá: Energia, Economia e Sustentabilidade”, permitindo um amplo debate em torno dos desafios e oportunidades do setor.
A participação do Estado no congresso integra uma série de iniciativas estratégicas que visam fortalecer a indústria energética local. O diretor de Atração de Investimentos da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, Antônio Batista, foi um dos palestrantes e abordou a “Infraestrutura Estratégica para a Indústria do Petróleo”. Durante sua apresentação, destacou várias ações que o Governo, por meio da Agência Amapá, está implementando para preparar o território para receber a indústria do petróleo.
“Entre as nossas diferentes medidas, destacam-se os estudos para a implantação de uma infraestrutura portuária, um parque industrial novinho em folha, além de programas focados na qualificação profissional. O que tinha previsão para ocorrer em 50 anos, a indústria do petróleo vai demandar e antecipar uma infraestrutura no Amapá para os próximos 5 anos”, afirmou Batista, ressaltando a urgência das ações.
Durante o evento, a gestão estadual reafirmou seu papel como uma nova fronteira energética no Brasil, evidenciando ações de planejamento estratégico, estruturação institucional e alinhamento com as melhores práticas do setor. A participação no congresso também é um reflexo do compromisso do Governo do Amapá em promover debates construtivos e traçar caminhos sustentáveis para o crescimento econômico regional.
O congresso contou ainda com a presença de representantes da Petrobras e especialistas do setor, ampliando o diálogo entre o poder público e a iniciativa privada sobre as oportunidades e os desafios da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial. O intercâmbio de experiências e conhecimentos foi um dos pontos altos do evento, demonstrando a importância da colaboração entre os diferentes atores envolvidos.
