Segurança em Voo: Ameaça de Artefato Suspeito
Uma aeronave que partiu do Rio de Janeiro, com uma escala em Belém (PA), provocou um alerta de segurança ao chegar em Macapá (AP). O Aeroporto Internacional de Macapá foi palco de uma minuciosa varredura de segurança após suspeitas de que um artefato perigoso pudesse estar a bordo.
A ação foi coordenada pela Polícia Federal do Amapá, que recebeu informações sobre a possível presença de um material suspeito. Nesse contexto, a operação contou com o imprescindível apoio da Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar do Amapá, além do canil do Bope/AP, intensificando a segurança no local.
Conforme relatos da polícia, o objeto suspeito foi previamente retirado da aeronave ainda em Belém. Essa retirada ocorreu por parte da tripulação, durante uma verificação de rotina que se seguiu ao desembarque dos passageiros. A Polícia Federal no Pará não teve envolvimento direto na ocorrência, visto que a equipe não foi informada antes da decolagem da aeronave.
Assim que o voo pousou no Aeroporto Internacional de Macapá, a Polícia Federal local foi imediatamente acionada para tomar as medidas necessárias, incluindo a varredura da aeronave. O resultado dessa inspeção revelou que o artefato em questão tratava-se de um carregador portátil. No entanto, esse dispositivo tinha passado por alterações que potencializavam seu desempenho, permitindo um carregamento mais veloz de aparelhos eletrônicos.
Embora não tenha sido identificado como um explosivo, a natureza modificada do carregador levantou preocupações, uma vez que ele apresenta riscos de explosão. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também se manifestou sobre o assunto, enfatizando que o transporte de objetos desse tipo, que tenham sido alterados, representa um risco significativo à segurança das operações aéreas. A situação reforça a importância da vigilância e dos protocolos de segurança em voos comerciais, especialmente em um cenário onde a segurança dos passageiros é prioritária.
