Exposição Hip Hop: Arte e Cultura em Volta Redonda
A exposição “Hip Hop – Identidade e Movimento”, localizada no Espaço das Artes Zélia Arbex, em Volta Redonda, está aberta ao público e ficará disponível até o dia 27 de fevereiro. Esta iniciativa conta com a parceria da Fundação CSN e tem como objetivo promover a cultura urbana com uma variedade de atividades programadas.
De acordo com o secretário municipal de Cultura, Anderson de Souza, a abertura da exposição foi um sucesso, contando com a presença de um DJ e a exibição de videoclipes que representaram a essência do hip-hop. “Além da abertura, realizamos um Baile Charme que atraiu mais de 100 pessoas, celebrando a música, a dança e a cultura urbana. Estamos comprometidos em oferecer mais atividades para valorizar a cultura hip-hop na cidade”, destacou o secretário.
A exposição reúne obras de artistas de Volta Redonda, da região Sul Fluminense e de outras partes do Brasil, como Fênix, Clara Leff, Murayama, Tommy, Hayala, Jader Mattos, Rodrigo Chov, Mateus Bailon, Enivo, Pato, Kueio e Tito Ferrara. Cada artista traz sua própria visão e interpretação do movimento hip-hop, refletindo a diversidade e a riqueza cultural do gênero.
Nos próximos dias, diversas atividades estão programadas para complementar a experiência da exposição. Em 10 de fevereiro (terça-feira), será realizada uma oficina de grafite em dois horários: às 10h e às 14h. Para aqueles que apreciam a dança e a música, no dia 22 de fevereiro (domingo), o Zélia Arbex receberá mais uma edição do Baile Charme, das 9h às 12h. A programação especial se encerrará no dia 27 de fevereiro (sexta-feira), com uma série de atividades, incluindo uma oficina de bbox às 10h e batalhas de rima e de bbox na área externa, a partir das 18h.
“Nosso objetivo é manter a conexão da cidade com a arte. O Zélia Arbex, por ser um espaço envidraçado, é único na região e permite que as obras sejam visualizadas mesmo de fora. Essa exposição tem contribuído para integrar diferentes segmentos artísticos, um dos principais propósitos do Zélia Arbex como espaço cultural”, concluiu Anderson de Souza.
