Confronto Mortal em Pedra Branca do Amapari
O faccionado Welinton Evangelista de Souza Lobato, conhecido como “Skank”, de 26 anos, foi morto em um tiroteio com a Companhia de Operações Especiais do Bope (COE) no último sábado (10) em Pedra Branca do Amapari, a cerca de 187 km de Macapá. O confronto se deu após investigações da inteligência policial, que identificaram Skank como uma das lideranças do tráfico de drogas na região e que planejava ataques a prédios da Polícia Militar.
De acordo com informações da corporação, ao ser cercado pelos agentes, o suspeito reagiu, disparando contra a equipe do Bope. A troca de tiros resultou em ferimentos que levaram Skank a ser encaminhado a uma unidade de saúde local, onde sua morte foi confirmada.
Ações e Exibições nas Redes Sociais
As investigações revelaram que Welinton costumava ostentar armas de fogo e quantias significativas de dinheiro em suas redes sociais, o que refletia sua posição de poder dentro da facção. No local do confronto, além do revólver utilizado, foram encontradas diversas porções de substâncias entorpecentes.
A PM ressalta a importância da atuação integrada entre as diferentes unidades, o que permite operações mais eficazes contra o tráfico e a criminalidade na região. A morte de Skank, segundo as autoridades, é um passo significativo na luta contra as organizações criminosas que atuam em Amapá.
Os moradores da região expressaram sentimentos mistos em relação ao ocorrido. Enquanto alguns comemoraram a ação da polícia, outros levantaram preocupações sobre a segurança e a violência crescente. “Precisamos de mais policiamento e menos mortes”, comentou um morador que preferiu não se identificar.
O Papel da Inteligência Policial
A atuação do serviço de inteligência da Polícia Militar foi fundamental para a localização de Welinton. Com informações precisas sobre os planos do faccionado, os agentes puderam agir rapidamente, evitando possíveis ataques a postos policiais. A polícia continuará monitorando a situação, intensificando as ações para desmantelar outras células do tráfico na área.
“Estamos atentos aos movimentos das facções e continuaremos a trabalhar para garantir a segurança da população”, afirmou um oficial da PM, destacando a importância da colaboração comunitária nas operações policiais.
